quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Cap. 7 – Provas



Capitulo 7 – Provas

Ao chegarmos a lugar bem afastado, paramos o carro na beira da estrada, e deixamos o corpo à uma certa distancia da estrada. E ao voltamos encostamos no carro e ficamos olhando as estrelas e a lua.
-Temos que tomar cuidado com essa matança! – disse.
-Temos?
- É temos! Eu e você! – disse irritado. – A cidade é pequena e não vai demorar muito para sermos descobertos.
-Relaxa, eu estou tendo cuidado!
Ela me beijou e sorriu para mim.
-Você fica tão fofo assim! – ela me largou e voltou para o carro me esperando.
Dali fomos direto para a casa dela e deixamos o carro, e depois fomos para a minha a alguns quarteirões da dela!
E então tomamos um banho e fomos para a cama juntos, como nas noites passadas.
...
...
No dia seguinte, era mais um dia de limpeza, deixamos tudo de lado e fomos para a casa dela, limpar a sujeira de sangue que se espalhou pelo chão, parede e o sofá, e o caminho de sangue que havia ficado pelo caminho, por onde o arrastamos para leva-lo para o carro.
Enquanto ela limpava a sala eu tirava toda a poça de sangue do carro, ficamos basicamente o dia todo só esfregando o chão e limpando as machas em tecidos e depois os queimando.
Quando terminamos tomamos um banho e ficamos em seu quarto.
-Que ir pra minha casa? – perguntei.
-Não, eu estou muito cansada para isso! – respondeu ela deitando na cama.
-Concordo! – falei.
Ficamos em silêncio novamente, até eu começar a falar.
-Da próxima vez me avise melhor!
-Porque?
-Para me preparar.
-Hum.
-A cidade é pequena não podemos dar mole, logo todos saberão do desaparecimento dos mortos e devemos estar prontos.
-Calma, isso não é assim...
-Claro que é!
-Renan!
-Vamos combinar discretamente as coisas, somente por mensagens ou e-mails.
Ela fazia caras e bocas, a cada palavra minha.
-Eu sei que se ficamos muito juntos, seria mais fácil de sermos pegos, mas ficar totalmente incomunicáveis, não é uma boa opção!
-Concordo! – disse ela com uma grande repulsa.
-Mas e ontem? – perguntei.
-Fui um sucesso! – disse ela.
-Quem garante isso?
-Eu! – disse ela sorrindo. – Eu marquei um encontro com ele e trouxe ele pra cá.
- E se ele contou para alguém?
-Ele não contou, eu pedi para não contar!
-E que lhe garante que ele não contou? E mesmo assim, alguém podeter visto vocês juntos!
-Eu não tinha pensado nisso! – afirmou ela séria.
-Temos que ser cuidadosos, e invisíveis!
-E agora oque faremos se descobrirem?
-Calma, é isso que precisamos. – disse por fim.
Eu e ela ficamos ali nos olhando, e pensando em possibilidades, subir seria mais suspeito ainda, então a ideia fora descartada de primeira. Seguimos noite adentro só pensando, até cairmos no sono.
Nos próximos dias a escola estava normal, até rumores chegar.
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Capitulo 8 – Rumores
Ser invisível, ser invisível...
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