terça-feira, 30 de outubro de 2012

Cap. 6 – Intrusos (parte 2)



Capitulo 6 – Intrusos (parte 2)

Quando ele já tinha acabado com o seu divertimento, soltou um gemido de prazer que foi até contagiante, e então decidi acabar com a festa do garoto, liguei o abajur e surgir em frente a cama.
-Quem é você? – perguntou ele se sentando na cama e ainda com a mão no seu amigo.
-Não Rudy, não é a mamãe!
Saltei em cima dele e me divertir com seu corpo, seu fluxo de sangue estava rápido, oque me deixou com mais vontade de devora-lo, e fiz o mesmo que fiz com o garoto da estrada, não o matei, deixei, para que ele morresse por falta de órgãos comidos ou de dor, era divertido ouvir os gritos.
Assim que acabei com o Rudy, segui para o próximo.
Mas qual seria o próximo da família?
...
...
Decidi seguir as idades da família, então as próximas vitimas eram o casal feliz de jovens.
Andei pelo corredor como um humano, ainda lambendo os dedos lambuzados de sangue do Rudy.
Entrei no quarto tão de pressa que nem me viram, e então comecei a escalar a parede. Eles estavam tão envolvidos, com seus atos de amor que nem perceberam minha presença, altamente perceptível. Mas não quis adiantar o ato, então continuei a subir.
Já no teto, eu tinha uma vista privilegiada, e os observava, podia sentir o cheiro do sangue deles passando rapidamente por suas veias oque me deixava mais faminto.
Minha boca se encheu de saliva, de tanta vontade de devora-los,  e sem querer o sangue que ainda estava em minha boca começou a gotejar e minha saliva o acompanhou, caindo em cima da menina que logo abriu os olhos. E ao me ver soltou seu berro agudo, e eu sorri de prazer.
-Nossa, é tão grande assim? – perguntou seu namorado maliciosamente.
Saltei do teto, e o peguei o jogando contra a parede e ficando sobre o corpo dela.
Devorei seu namorado primeiro, ela assistia tudo de camarote, e gritava e esperneava, mas ninguém a ouvia, a não ser eu.
Não demorou muito e fui a vez dela e com ela eu quis me divertir mais.
Arranquei uma de suas mãos e passei pelo seu corpo ela se retorcia, e fui a esquartejando, ainda consciente, e depois que finalmente caiu no seu sono profundo comi seu corpo.
Seu sangue não era tão saboroso como o do irmão, mas servia, e seus órgãos eram bons e bem cuidados, que até fiz cerimonia para come-los, assim podia os apreciar.
E agora, quem faltava? O outro casal feliz? Não!
Andei silenciosamente e lentamente pelo corredor, como anteriormente, e entrei no quarto, sem querer me esconder.
Os dois estavam deitados, um virado para cada lado, e tentavam dormir, sem muito sucesso. Casal perfeito não?
Estava com preguiça de fazer alguma cerimonia ou diversão, então os matei rapidamente, mal houve gritos.
Depois desci para a sala e fiquei na imersão, sempre inexpressivo e fitando o chão!
As horas passavam, e o tédio se acumulava, e oque eu poderia fazer? Permaneci lá por mais algumas horas, e depois fui caminhar pela casa.
Já estava amanhecendo, e o sol já se infiltrava na casa, e não me surpreendi com o que vi. Os objetos pessoas deles haviam sumido, como os de minha família, e os corpos não existiam mais e as machas de sangue ainda se recolhiam até sumirem sem deixar marca alguma.
E como eu havia imaginado, aquela casa tinha mais conexão com o sobrenatural do que eu mesmo.
...
Capitulo 7 – O jogo
Em alguém ai?

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