terça-feira, 30 de outubro de 2012

Cap. 6 - Bread



Capitulo 6 – Bread

Com certeza ela estava bolando mais alguma morte e estava me evitando por algum motivo, e mesmo que eu tentasse descobrir, eu não conseguia descobrir, mas mesmo assim não foi muito necessário, pois uns dias depois eu fui convidado à participar:
“Oi Renan,
Te espero as 9 em casa, entre pela porta dos fundos, e seja discreto, cuidado para não ser visto, pelo nosso convidado especial!
Beijos, até mais tarde!”
Disse ela na mensagem.
E mais uma vez eu estava me metendo em mais uma limpeza e despacho de defunto.
...
...
Como combinado, as 9 horas da noite, fui para a casa dela, ente cuidadosamente pela porta dos fundos, a casa aparentemente estava fazia, mas mesmo assim fiquei parado esperando algum sinal, foi então quando, ouço a porta da frente abrir.
Me debrucei no balcão da cozinha e espiei para ver oque estava acontecendo, olhei os dois aos beijos, dessa vez era um garoto, mas não pude reconhece-lo.
-Nossa você está muito gostosa! –disse o garoto com uma voz conhecida.
-Então aproveite!
-Vamos para seu quarto! – pediu ele.
-Hum! Tenho uma ideia melhor! – disse ela, agora um pouco mais animada. – Sente-se no sofá e feche os olhos!
Não demorou muito e ele obedeceu como um cachorrinho, ela ficou de pé em sua frente, e de sua calça, puxou um punhal, ela o acariciou por um tempo e então veio a diversão!
-Morra!!! – gritou ela.
Com força e raiva ela o apunhalava, varias facadas uma seguida da outra, o sangue espirrava, lavando o chão e a banhando, até ela decidir mata-lo de vez com uma facada em seu coração.
Me aproximei deles e ele estava imóvel no sofá dando seus últimos suspiros, e ela toda suja de sangue sorria.
-Luna!
-Oi Renan!
-Não podia ser menos cruel, por que não uma única facada no coração?
-Morte sem sofrimento, não tem graça!
Ficamos de olho nele até eu decidi falar algo.
-Vamos despacha-lo logo!
-Aham, vou pegar minhas coisas.
Ela fui para o quarto e pegou uma bolsa, a largou no carro e depois me ajudou a levar o corpo, que ainda agonizava.
-Para onde? – perguntei ao estrar no carro.
-Mesmo lugar que antes, só um pouco  mais longe!
Fui dirigindo o carro, pelas as estradas rapidamente, para que não fica-se muito tarde, e ela tentava tirar as machas de sangue do dedos.
-Quem é ele? – perguntei.
-Bread!
-E porque ele?
-Estava sem opções!
-Matando sem motivo agora?
-Acho que sim!
Ao chegarmos a lugar bem afastado, paramos o carro na beira da estrada, e deixamos o corpo à uma certa distancia da estrada. E ao voltamos encostamos no carro e ficamos olhando as estrelas e a lua.
-Temos que tomar cuidado com essa matança! – disse.
-Temos?
- É temos! Eu e você! – disse irritado. – A cidade é pequena e não vai demorar muito para sermos descobertos.
-Relaxa, eu estou tendo cuidado!
Ela me beijou e sorriu para mim.
-Você fica tão fofo assim! – ela me largou e voltou para o carro me esperando.
Dali fomos direto para a casa dela e deixamos o carro, e depois fomos para a minha a alguns quarteirões da dela!
E então tomamos um banho e fomos para a cama juntos, como nas noites passadas.
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Capitulo 7 – Provas
Calma, é isso que precisamos.
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