segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Cap. 5 - Intrusos



Capitulo 5 – Intrusos

Ele devia ter mais ou menos uns 12 ou 13 anos, até que tinha um corpo bonito, atlético, mas aquilo pouco me importava, abri seu corpo com ele ainda vivo e fui o comendo, até que morresse aos berros de dor, por estar sendo comido, seus órgãos eram muito gostosos, saudáveis!
Depois de dilacerar o corpo do pobre garoto, joguei o resto no mato, para os animais de plantão, e segui em minha caçada.
A alguns metros dali, matei mãe e filha que colhiam flores no campo, e com certeza as duas eram bem saborosas, principalmente a filha.
Depois de comer e saciar minha fome, ainda sentia necessidade de matar e degustar mais corpos, mas não queria, quis simplesmente voltar para casa e me confortar em um canto qualquer.
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Alguns messes depois da minha breve caçada, a casa foi vendida e em breve moradores novos chegariam.
Não demorou muito e eles chegaram, provavelmente para passar as férias de final de ano, eu me escondia, só para observar, aos poucos a casa foi se enchendo com mais objetos, mas eram poucos, resumiam só a objetos pessoas, pois a casa já havia mobilha.
A família não era muito grande, mas era saborosamente agradável, a mãe não passava dos 30, loira de olhos claros, o pai devia ter uns anos a mais que a mãe, e era alto com cabelos negros. Eles tinham dois filhos, uma menina e um menino, o garoto era Rudy, com 10 anos de idade, olhos verdes, pele levemente pálida e com cabelos negros como os do pai. Já a menina devia ter uns 16 anos, e estava sempre acompanhada de seu namorado Drake, Lisa era alta, corpo esbelto, pele igual a do irmão, olhos mais azulados, e cabelos compridos ondulados loiro médio.
A família se infiltrava na casa como se realmente fossem donos do local, mas com certeza não eram e com certeza aquela felicidade não duraria muito.
Os observava, com sede de morte, a cada momento passado, mais eu queria mata-los, Rudy deitava-se na cama todas as noites e ficava lendo algum livro, ainda infantil, até lhe dar sono e as vezes, em algumas noites se estimulava por debaixo das cobertas.
Lisa e Drake, dormiam juntos no mesmo quarto, e quase toda noite era uma festa para os dois, geralmente eles iam dormir toda noite as 3 horas da manha, só se pegando na cama.
Os pais, mal se falavam, entre quatro paredes o relacionamento deles, era mais morto do que uma folha ressecada em dias de inverno. Os dois mal se olhavam nos rostos e ainda insistiam em algo. E fora dali eram os pais perfeitos, unidos e protetores, e agiam como se nada tivesse acontecendo.
Eles vistos, por olhares básicos mal chegavam perto de uma família perfeita.
Deixei as coisas rolarem por mais algum tempo, até a matança começar.
Em uma madrugada Rudy estava vendo filmes de terror, na sala, ele mal olhava a tv de tanto medo, era a oportunidade perfeita!
Desliguei os abajures com o pensamento e os liguei novamente, ele olhou em volta, mas nada viu, depois desliguei a televisão e tornei a liga-la e depois a sala caiu no breu, e o garoto só observava sem se mexer, e quando todo voltou a ligar ele me viu em frente a televisão com um sorriso largo, tornei a desligar tudo, e a ligar, mas eu não estava mais lá.
Rudy não acreditou, pensou que fosse o medo ou o excesso de cansaço, então desligou tudo e fui para o quarto, e eu o acompanhava pelo teto, al chegar no quarto ele pegou o livro que estava lendo e deitou na cama para ler, antes de mata-lo decidi me divertir.
Desliguei o abajur e o liguei novamente, ele sentou-se na cama, para observar em volta, mas nada viu, repeti o ato, mas dessa vez ele teve uma reação.
-Quem está ai? – perguntou ele.
Não respondi, e preferi ficar o observando.
-Essa casa deve estar com problemas elétricos, só pode! – flou ele para si.
Ele se deitou novamente, mas dessa vez largou o livro e desligou o abajur, ele virava de um lado para o outro na cama e então decidiu se divertir um pouco, se estimulando, com as mãos, e aos poucos ele fui se entregando ao prazer esquecendo de tudo.
-Rudy! – chamei.
Ele parou por um momento, e perguntou:
-Mãe? – mas ele não obteve resposta.
Esperou mais alguns minutos e voltou a dar prazer para si mesmo.
Quando ele já tinha acabado com o seu divertimento, soltou um gemido de prazer que foi até contagiante, e então decidi acabar com a festa do garoto, liguei o abajur e surgir em frente a cama.
-Quem é você? – perguntou ele se sentando na cama e ainda com a mão no seu amigo.
-Não Rudy, não é a mamãe!
Saltei em cima dele e me divertir com seu corpo, seu fluxo de sangue estava rápido, oque me deixou com mais vontade de devora-lo, e fiz o mesmo que fiz com o garoto da estrada, não o matei, deixei, para que ele morresse por falta de órgãos comidos ou de dor, era divertido ouvir os gritos.
Assim que acabei com o Rudy, segui para o próximo.
Mas qual seria o próximo da família?
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Capitulo 6 – Intrusos (parte 2)
Casal perfeito não?
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